sábado, 11 de julho de 2009

Se eu tivesse que explicar por que te amo,
todos os cadernos do mundo não teriam páginas suficientes
para o tanto que eu teria para dizer,
pois tu és tudo para mim...

O amor é um nome abstracto, mas o sentimento
que despertas em mim é algo tão real
que às vezes tenho a impressão de que toda
a beleza do mundo se materializa no meu coração.

Gosto de tudo em ti: da tua pele, mesmo sem te tocar,
da tua voz, mesma sem ouvi-la,
dos teus cabelos e dos teus lindos e luminosos olhos,
do teu belo sorriso e dos teus modos gentis.

Se “amor” é um nome abstracto, amar é um verbo intransitivo
e por isso, eu amo-te porque te amo.

Mas tu... Tu não estás aqui, nem nunca estarás,
resta-me olhar-te quando apareceres...
e ter-te, apenas, nos meus sonhos!

É isso!

2 comentários:

  1. Gostei muito deste poema. Faz-me lembrar a maneira de escrever de uma pessoa que conheci.

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  2. Uau.. não sei quem és, mas tens uma escrita lindissima. Adorei este poema.

    Parabéns!

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